| 2 de Setembro de 2010 |
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| Escritor conta como é ser um pai acusado da morte do filho |
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 | 08/04/2008 - 14h12 |
 | Redação |
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| O escritor Guilherme Fiúza considera que eventuais erros cometidos no caso da menina Isabella podem nunca mais ser corrigidos. O autor do livro que resultou no filme "Meu nome não é Johnny" viveu uma situação parecida há quase duas décadas e lembra que poderia não ter se recuperado nunca mais. O filho dele, então com um mês, caiu do oitavo andar de um prédio em Botafogo, no Rio de Janeiro. Não demorou muito para que policiais cercassem o apartamento e o jornalista tivesse que chamar um advogado às pressas. Ele destaca que passou a viver, então, uma tragédia dupla, tendo que lidar com a perda do filho e com as condenações imediatas da opinião pública. Guilherme lembra como é a dor de ser condenado por um julgamento precoce. O caso dele foi arquivado por falta de provas. O escritor conversou com Marcelo Parada. |
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 | 30/06/2008 10:11 |
 | hiroshi marcos velloso - Rio de Janeiro |
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| PEÇO SOCORRO POR FAVOR:
PEDI AO CORPO DE BOMBEIROS PARA RECOLHER UM CACHORRO DE PORTE GRANDE QUE FOI ATROPELADO E ESTÁ EMBAIXO DA PASSARELA 21 DA AV. BRASIL E OS MESMOS INFORMARAM QUE ISSO NÃO É SERVIÇO DELES.
MESMO TENDO LIGADO PARA O BATALHÃO CENTRAL.
PEÇO SOCORRO POIS EU JÁ FAÇO ESSE TIPO DE SERVIÇO, PORÉM NÃO TENHO CARRO E NEM MAIS CONDIÇÕES DE AJUDAR OUTROS ANIMAIS.
POR DEUS AJUDEM ESTE CACHORRO, E AJUDEM A MANDAR ESSA MENSAGEM
ATENCIOSAMENTE
HIROSHI MARCOS VELLOSO
TEL> 2159-3314 |
 | 27/04/2008 10:58 |
 | Martha Baptista Chaves Duarte de Lima - Rio de janeiro - RJ |
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| Achei o depoimento de Guilherme muito lúcido e de suma importância. Penso que ele devia ter sido ou deve ser apresentado também na mídia televisiva, já que a exposição tem um papel preponderante na recepção do público, sobretudo, quando se trata da população como massa.
Apesar das muitas evidências no caso Isabella, é sempre bom, como lembrou-nos Guilherme, que o papel da justiça é relevante numa sociedade dita civilizada, caso contrário, voltaremos a fazer justiça com as próprias mãos.
É claro, que com o surgimento de novas provas e evidências vamos solucionando o quebra-cabeças, assim como a polícia, mas isso é bem diferente do que está acontecendo. A opinião pública, influenciada pela mídia, já julgou e decretou a sentença e, só ainda não a cumpriu porque a polícia está de prontidão. Isso é lamentável e tremendamente perigoso, pois me lembra os linchamentos dos filmes de faroeste.
Esse depoimento faz-se demasiadamente necessário nas telas televisivas e deveria ser palestra obrigatória na aula inaugural do curso de jornalismo nas academias. |
 | 27/04/2008 10:10 |
 | Émile Joneth Lima - Rio de Janeiro/RJ |
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| EU NÃO SEI.
A OPINIÃO PÚBLICA É COVARDE.
ATRÁS DISSO TUDO TEM GENTE.
FOI UM ACIDENTE.
FICO IMPRESSIONADA COM TANTAS FRASES ENSAIADAS. SE VC NÃO SABE FIQUE QUIETO. A OPINIÃO PÚBLICA É COVARDE, A SUA É NO MÍNIMO DUVIDOSA. UMA PESSOA QUE MATA O FILHO DIZENDO QUE FOI UM ACIDENTE DEVIDO A UM TROPEÇO, É DEMASIADO ESTRANHO. O SEU CASO FOI ARQUIVADO, INFELIZMENTE, MAS NÃO PODEMOS DEIXAR QUE FATOS COMO ESTES SIGAM IMPUNES. NO SEU CASO VC TEVE A DESCULPA DO "FOI UM ACIDENTE", SERÁ MESMO? O QUE UM PAI ESTAVA FAZENDO COM UM FILHO NOS BRAÇOS PRÓXIMO À JANELA DO OITAVO ANDAR? EU TAMBÉM NÃO SEI, COMO VC GOSTA MTO DE FALAR, PRA QUE DAR SUA OPINIÃO. SE A DOS OUTROS É COVARDE, A SUA É INSANA, SR. MESTRE DA INJUSTIÇA.
ATRÁS, NA FRENTE, NA LETERAL, TEM GENTE, INCLUSIVE DEBAIXO DA TERRA COMO A ISABELA E SEU FILHO. JORNALISTA É MESMO UM BICHO ESTRANHO, PRA QUE PEDIR OPINIÃO DE UMA PESSOA QUE TEM O RABO PRESO EM CRIME? |
 | 24/04/2008 10:24 |
 | Nivaldo Duarte - rio de janeiro RJ |
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| Concordo plenamente com o Guilherme no que diz respeito a precipitação da opinião pública em julgar e condenar o casal de suspeitos, porém gostaria de perguntar: no triste acontecimento que envolveu seu filho havia tantas evidências como no caso Isabella? |
 | 15/04/2008 17:46 |
 | mauricio - santos |
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| NÃO ENTENDI ,OU SEJA A MORTE DA ISABELA NÃO DEVERIA CHAMAR A ATENÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA .DEVERIAMOS CATALOGAR APENAS COMO UM DADO ESTATÍSTICO .AS PESSOAS NÃO DEVERIAM SE SENSIBILIZAR E EMITIR SEU DESCONTENTAMENTO C/ TAL SELVAGERIA. CABE LEMBRAR AO ILUSTRE ESCRITOR E JORNALISTA QUE FALTA DE PROVAS NÃO CONDENA , PORÉM AO MEU VER TAMBÉM NÃO ABSOLVE , OU SEJA COMO EXPLICAR A QUEDA DE UM BEBÊ DO OITAVO ANDAR, FOI SUÍCIDIO? REALMENTE NINQUÉM FOI NO MINÍMO CULPADO POR ESTA QUEDA . RECOMENDO AO ILUSTRE JORNALISTA QUE FIQUE CALADO E NÃO MEXA NAQUILO QUE AINDA GERA DÚVIDAS NA FAMIGERADA OPINIÃO PÚBLICA.
RESPEITOSAMENTE
MAURÍCIO |
 | 15/04/2008 12:10 |
 | Márcio Soares Pinezi - São Paulo - SP |
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| Esta entrevista foi espetacular, a lucidez e coerência do escritor Guilherme. Eu levei 5 tiros de um marginal, e até hoje as pessoas me perguntam o que eu fiz para ele atirar em mim, uma pessoa que eu nunca vi na vida.
Esta entrevista deveria ser passada em horário nobre, e rede nacional.
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 | 14/04/2008 08:08 |
 | camposjr - Patos de Minas |
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| Toda a entrevista deste cidadão é comprometida pela experiência que ele teve em sua vida.
Desconhece ele que uma investigação em curso é, em sua essência, especulativa.
Um delegado de polícia, ao tomar o conhecimento de um crime, deve aventar todas as hipóteses criminalísticamente relevantes para buscar a verdade sobre os fatos. Inclusive se um casal vivia em desarmonia e poderia ter atirado uma criança de uma janela.
Não sabe o que se passa no interior de uma residência de um casal que tem um filho que caiu do 8º andar e até que esta versão seja comprovada, não há como negar que todos aqueles envolvidos com os cuidados com a criança são suspeitos para a polícia, até que, com as provas todas reunidas, fique descartada a versão.
Mas concordo com o Guilherme quando ele diz que "espetaculização" dos acontecimentos é prejudicial a todos.
O sigilo das investigações é um paradigma essencial para a manutenção de sua qualidade e isenção, pois, na medida em que você democratiza o processo especulativo ínsito ao inquérito, as provas passam a ser encaradas emocionalmente por pessoas que não detêm um preparo técnico-jurídico para o seu manuseio.
A imprensa, que está acostumada à velocidade da internet, se esquece que os valores englobados pela norma penal são extremamente relevantes e não devem ser subjugados aos interesses mesquinhos de quem espera projeção jornalística, lucros com vendas de jornais e anunciantes.
É de se registrar que o comportamento anômalo e indesejado de delegados, advogados, do promotor e mesmo do desembargador, que cederam à tentação dos holofotes da imprensa, tornou o caso "Isabela" um triste espetáculo sensacionalista, assunto preferido dos boçais com microfone e das bestas quadradas frequentadoras de mesas redondas.
Agora, o que se espera, é que venha a verdade e que a responsabilidade dos envolvidos seja promovida na medida da lei, sem exacerbações.
É o que se espera, para que a pequena Isabela possa descansar em paz.
A partir das especulações e com a produção das provas é que se obtém a versão |
 | 14/04/2008 03:19 |
 | PROFESSOR PARDAL - RIO DE JANEIRO |
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| ------ TEMOS A CERTEZA QUE O ESCRITOR, MESMO COM SUA CRIATIVIDADE, CONSIGA ACREDITAR NAS VERSÕES DESCONEXAS E ESTAPAFÚRDIAS DOS PRIMEIROS DEPOIMENTOS , QUANDO CONFRONTADAS COM A APURAÇÃO DOS FATOS ! ------------------ PAI QUE DEIXA A MULHER SOZINHA COM DIAS CRIANCUNHAS ( UMA DE MESES ) EM UMA GARAGEM DEZERTA AS ONZE DA NOITE ? LEVA A FILHA DE 5 ANOS (MORTA) E VOLTA PARA A GARAGEM TRANCANDO A CRIANÇA NO QUARTO ? AO CHEGAREM NO QUARTO ENCONTRAM A TELA DE SEGURANÇA COM UMA ABERTURA ELIPSOIDE , SEM A PARTE FALTANTE !
O APARTAMENTO ESTAVA TRANCADO !
QUEM MATOU A CRIANÇA POR QUE FEZ O FURO E ARROJOU-A ? POR QUE ? MUITO METÓDICO O ASSASSINO (OU ASSASSINOS ) ? CONDUTA INCOERENTE, COMO QUE ANSIANDO POR TORCER OS FATOS ? SE MATOU, POR QUE AINDA SAIU, TRANCANDO A PORTA ? POR QUE O PAI NÃO CORREU COM A FILHA EM BUSCA DE
SOCORRO E AINDA FOI TELEFONAR PARA O SEU PAI? ------ MUITA FRIEZA ...!
CONTEM OUTRAS LOROTAS, QUE TALVEZ ALGUM ESCRITOR FANTASIOSO POSSA ESCREVER UM LIVRO DE MISTÉRIO ! O MAIS DIFÍCIL SERÁ ACHAR UM FINAL EM QUE O CASALZINHO DE MONSTROS NÃO SEJA O ÚNICO CULPADO !...................................................... MAS NO BRASIL É COSTUME TUDO TERMINAR EM PIZZA ! ................................. |
 | 13/04/2008 19:42 |
 | Sirlene - Brasília/DF |
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| Fiquei aliviada ao ouvir o comentário do Guilherme, pois desde o início da cobertura desse caso o comportamento da imprensa tem me revoltado... Quanta consicência, quanta lucidez. Só mesmo uma pessoa que passa por tudo que ele passou poderia dar uma lição dessas! Toda a minha admirção Guilherme! |
 | 13/04/2008 11:37 |
 | Roberto Limeira - Ivoti / RS |
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| Caro Marcelo Parada, Guilherme Fiuza e amigos ouvintes da Band. Felizmente, ontem (12/04/08), tive a oportunidade de ouvir a entrevista concedida por Guilherme Fiuza, no último dia 08. Digo felizmente, pois foi melhor ouví-la com atraso do que ter perdido o primeiro depoimento sensato e equilibrado divulgado pela imprensa sobre o caso. Logo que a imprensa começou a divulgar, de forma sensacionalista, os depoimentos e versões a cerca do ocorrido, pude constatar a força como estava atingindo e formando opniões que levavam à condenação do pai e da madrastra da pequena Isabella, até mesmo de pessoas esclarecidas. A Band se mostraria um Grupo ainda mais responsável se a entrevista do Guilherme Fiuza fosse exibida em seus outros canais de comunicação ou, do contrário, vai parecer que a entrevista foi uma iniciativa isolada e que não merece ser dado destaque por não ser o que a massa consumidora deseja assistir, ler ou ouvir. |
 | 13/04/2008 02:11 |
 | Adailton - Duque de Caxias/RJ |
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| Assistindo, infelizmente, pela RedeTV! a reportagem em que o pai da menina se entregava na delegacia, acho que no programa da Sônia Abraâo, percebi que por um momento o Câmera focalizando o tumulto de pessoas gritando por vingança, voltou a focalizar o repórter - um sensacionalista- quando este fazia gestos como se agitando algumas pessoas que faziam apelos de justiça.
Não é a primeira vez que vejo estes repórteres sensacionalistas provocarem o tulmuto. Isto é também um tipo de crime: induzir pessoas a condenar pessoas que estão sendo investigadas. E se forem inocentes? Creio que este crime serve também para que se reflita o quanto a opinião pública é manipulada por irresponsáveis que tem nivel acadêmico superior, mas nível moral inferior. |
 | 12/04/2008 13:18 |
 | Giselda Mendonça - São Paulo/SP |
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| Complmeentando, solicito que vocês divulguem a transcrição, para que possamos repassar. |
 | 12/04/2008 13:04 |
 | Giselda Mendonça - São Paulo/SP |
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| A manifestação do Guilherme é forte e deve servir de alerta.
É melhor se iludir acreditando na inocência de um culpado, do que condenar um inocente.
Nossos preconceitos nos fazem inferirm e concluir. A principal frase é: "A MAIOR CERTEZA É QUE NÃO SABEMOS".
A comparação com o bandido "maluco" do Rio de Janeiro que julgava e matava, é perfeita.
E se você fosse confundido, sem direito a defesa...
Temos de nos preocupar com as pessoas.
Quem quer ser homem/mulher da mídia, tem o dobro da responsabilidade. Eu quero uma profissão que me permite falar para muitos, influenciar a muitos, minha responsabilidade será maior.
Foi o melhor depoimento que ouvi sobre esse caso. Foi o mais educativo. A mídia deve trazer a informação para educar e desenvolver.
O segredo está no enfoque.
Sou uma ouvinte que procura jornalistas melhores. Aqueles que divulgam o que dá certo e que ensinam coisas positivas em cima do que está errado. Parabéns Guilherme pelo seu depoimento oportuno, apesar do reviver da dor.
OBRIGADO! Senti muita falta dessa reflexão no rádio e na TV.
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 | 12/04/2008 12:49 |
 | lucia helena campos moore - SÃO PEDRO DA ALDEIA RJ) |
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| Como disse Guilherme Fiúza: " a opinião pública não tem CNPJ"! Mas, pergunto, quem é que forma esta opinião pública?? Mais uma questão: o Promotor Público, chamado dentro dos tribunais de VOSSA EXCELÊNCIA, não está sendo correto em deixar de lado sua isenção, sua imparcialidade, dando entrevistas e mais entrevistas, afirmando fatos que comprometem os pais (/Alexandre e Anna). Cabe ao MP fazer, no caso, a DENÚNCIA se ele ficar convicto que houve o crime perpetrato pelos pais de Isabella, só isso!! Não será ele quem julgará o crime! Será o JUIZ! Este sim, aceitará ou não a denúncia e aí... muitas questões de processamento dentro do Tribunal ocorrem! Fico abismada com às declarações deste Promotor, já que é um caso que deve ser tratado com muito cuidado, para não causar um dano como causou ao Guilherme Fiúza e tantos outros que se viram envolvidos em fatos criminosos! Ah.. outra coisa, quando alguem como JUÍZES, PROMOTORES, cometem crimes, por que ELES não vêm aos meios de comunicação para serem os FORMADORES DE OPINIÃO PÚBLICA? E os casos criminosos que caem no esquecimento público? Aonde está os FORMADORES DA OPINIÃO PÚBLICA??? Olha só, mesmo que o promotor tenha razão, deve parar de ficar falando na TV....deve fazer a DENÚNCIA QUANDO ELA FORMAR a sua opinião, para ofertar a sua denúncia!! |
 | 10/04/2008 11:03 |
 | Antonio Albernaz - Rio de Janeiro/RJ |
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| "As interações entre os indivíduos produzem a sociedade e esta retroage sobre os indivíduos".
Edgar Morin
Cada povo tem o governo que merece, o jornalismo que merece. Ao contrário da "opinião pública" a "opinião publicada" tem nome e endereço. As leis que responsabilizam os donos das "opiniões publicadas" também existem. Sei também que muitos respondem e isso deve ser publicado também. Liberdade de imprensa é algo muito superior e avançado e não pode ser confundido com certas atitudes levianas e irresponsáveis. Parabéns a Band pela isenção e coragem de divulgar e enaltecer o depoimento de Guilherme Fiúza. Parabéns também ao Marcelo parada, por quem não tenho muita simpatia pela sua postura "jornalistica", mas desta vez reconheço que foi muito bem. Espero que tome gosto! |
 | 09/04/2008 23:16 |
 | PAULO MENDES - sp |
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| DEVEMOS TEMER OS JORNALISTAS, NÃO SABEMOS ATÉ AONDE ELES SÃO DEUSES OU DEMONIOS ´DEPOIS DE APARECEREM CERTINHOS DANDO NOTICIAS, SE TRANSFORMA EM: BELIZA RIBEIRO, ANTONIO BRITO, HELIO COSTA, FRANKLIM MARTINS, FERREIRA NETO, ETC.
MUITAS VEZES DESTROEM VIDAS COMO NO CASO DA ESCOLA DE BASE NA ACLIMAÇÃO, VIRAM FARIZEUS HIPOCRITAS ENFIADOS NO MEIO DA POPULAÇÃO PEDINDO CONDENAÇÃO DE INOCENTES.
DEUS ME LIVRE! |
 | 09/04/2008 22:22 |
 | Flávia Rodrigues - São Paulo |
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| Sensacional! Sou estudante de jornalismo e ouvir uma entrevista como esta, faz-me acreditar que ainda existem profissionais sensatos para honrar nossa profissão. |
 | 09/04/2008 15:17 |
 | Janilson Moraes Correia - Carapicuíba - S/P |
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| Hoje a maioria da população gostam de ver tragédia, mortes , acidentes ,etc.
Os jornais e tvs só mostram o que o povo quer ver e ouvir.
Essa entrevista com Sr. Guilherme Fiúza serve para mostrar a essas mídias, que existe o outro lado e que nimguem pode ser julgado desta forma.
Parabéns pela entrevista.
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 | 09/04/2008 15:04 |
 | Alba Regina Lima - Salvador - BA |
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| Simplesmente PERFEITO, o depoimento do jornalista Guilherme Fiúza, convidando toda a sociedade à uma reflexão sobre o próprio comportamento.
Sugiro repetir várias vezes no ar, para que alcance o maior número possível de pessoas. |
 | 09/04/2008 14:56 |
 | Eveline - São Paulo |
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| O Edson Reis (SP) pede para que jamais tirem essa entrevista no site. O Marcelo Parada (hoje) comentou que a declaração do Guilherme deveria servir como aula inaugural para cursos de jornalismo. Então, pessoal da BandNewsFm, que tal uma versão impressa da entrevista, NA ÍNTEGRA, para que possamos divulgá-la melhor. Que ela seja enviada a todos, que seja emoldurada e colocada em todas as paredes, que seja nosso referencial em nossas ações e pensamentos. Precisamos permanecer dignos, lúcidos e equilibrados! |
 | 09/04/2008 10:14 |
 | Aloisio Sérgio Rezende Silveira - São Paulo - SP |
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| A presunção de inocência não está por mero acaso alçada à condição de garantia fundamental na Constituição Federal. O exemplo vivenciado por Guilherme Fiúza escancara como nosso País faz pouco caso dessa premissa maior de civilidade e que serve de lição de como todos nós, inclusive a imprensa que fomenta a tal da "opinião pública", sempre sob o manto do dever de informação, que esconde na maioria das vezes o intuito lucrativo para seus anunciantes, com aumento de índices de audiência, deve se portar em razão da investigação sobre a autoria de homicícios de um modo geral, assim como de outros crimes hediondos. Parabéns ao entrevistado e pelo entrevistador que, enfim, abriu espaço para um testemunho lúcido, educado, equilibrado, coerente e acima de tudo digno, que nos condena a todos pela velada hipocrisia e pelo desejo insano de saciar os nossos mais baixos sentimentos de vingança e de aplicar a justiça com as próprias mãos, sem manchá-las com o sangue de quem deve ser considerado culpado somente após o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. |
 | 09/04/2008 09:50 |
 | Ricardo Lopez - Essen / Alemanha |
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| Desde muito tempo a humanidade primeiro crucifica e depois pergunta quem é o crucificado. Com relação ao caso da Isabela eu cheguei a ver em alguma emissora vagabunda de televisão uma reconstituição parcial do evento feita por conta própria. Os meios de comunicação querem vender espaço publicitário. É disso que eles vivem. Depois da invenção da internet os meios sabem exatamente o que o público quer ouvir ou ver, pois se pode saber exatamente onde clicamos. Resumindo: o sadismo humano define o comportamento dos meios de comunicação. Que a polícia ou a justiça se deixem influenciar por isso apenas comprova a falta de profissionalismo reinante no Brasil.
Do fundo do coração: desejo que o pai da Isabela seja inocente. |
 | 09/04/2008 01:51 |
 | Antonio Carlos Batista de Andrade Junior - Rio de Janeiro |
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| Há muito tempo, ou melhor, acho que nunca escutei tanta maturidade e legitimidade juntas, e digo mais, coragem. É um depoimento repleto de racionalidade e sensibilidade ao mesmo tempo, que deixou bem claro a verdadeira postura civilizada que um povo deve ter com seus semelhantes, não julgar e nem condenar sem ao menos ter uma decisão judicial, ou seja, é a sede do imediatismo que nos cerca em todos os aspectos da vida, é a ansiedade mais do que desenfreada que toda a sociedade está passando, procurando a qualquer custo, e nesse caso, o custo de uma família que perderam uma filha, respostas imediatas, e o pior, estes casos são verdadeiros palcos para Delegados, jornalistas, advogados sem escrúpulos e tomados por imensa vaidade, subirem, aparecerem e terem o seu momento de fama à custa do sofrimento alheio. |
 | 09/04/2008 00:55 |
 | Edson Reis - São Paulo - SP |
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| PELAMORDEDEUS!!! Jamais tirem essa entrevista do site. Criem um link para as melhores ou históricas entrevistas. Parabéns Marcelo Parada. |
 | 08/04/2008 20:32 |
 | Luiz Besciak - Curitiba / PR |
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| Quem nos dera no Brasil, termos mais Fiuzas na Imprensa.
Visão nua a crua, sobre o que não deveria ter sido divulgado pela nossa imprensa. A ansiedade de todos os brasileiros em descobrir o autoria deste crime, não justifica áinda com duvidas, punir pessoas que podem ser inocentes.
Neste momento, sensatez e canja de galinha, só fara bem, a imprensa brasileira. |
 | 08/04/2008 19:57 |
 | Carlos Montenegro - Salvador/Ba |
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| Caro Marcelo,
Ouvinte assíduo que sou da BandNews, não poderia deixar de parabenizá-lo pela entrevista/depoimento com o escritor Marcelo Fiúza, pois é tudo que eu gostaria de dizer para todas as pessoas e alguns elementos da imprensa sensacionalista que pré-julgam as pessoas com base em coisa nenhuma. Temos no mínimo deixar que as investigações corram o seu rumo e só após concluídas possamos tomar partido. O que estão fazendo com este casal é simplismente desumano e irresponsáve, como diz o Sr Guilherme neste seu depoimento altamente equilibrado, e concordo também quando vc diz que este depoimento deveria ser apresentado na primeira aula dos cursos de jornalismo, que têm pecado na formação dos nossos profissionais de imprensa ..
Sds,
Carlos Montenegro |
 | 08/04/2008 18:28 |
 | Erica Pucillo - São Paulo |
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| Gostaria de parabenizar o jornalista Guilherme Fiuza por sua participação brilhante hoje à tarde na BandNews. Ele falou sobre o caso da menina Isabella, e de todos os absurdos cometidos pela imprensa, pela opinião pública e até mesmo pela polícia na condução deste episódio tão trágico, tão triste. Guilherme Fiuza me emprestou sua voz hoje, e disse todas as coisas que eu gostaria de dizer ao Brasil. Não há nada a acrescentar. Como bem disse este homem incrível, tudo o que nós sabemos é QUE NÃO TEMOS CERTEZA DE NADA! Quem somos nós para nos arvorarmos em juizes da humanidade? Parabéns, parabéns, parabéns. Erica Pucillo. |
 | 08/04/2008 17:22 |
 | Líbia Vianna - Interlagos - SP |
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| Diante de todos os comentários aqui descritos, tenho a dizer somente que parece que estamos no tempo de JESUS, onde as pessoas apedrejavam umas as outras para fazê-las pagar por seus pecados... A diferença é q existia JESUS em carne e osso para enfrentá-los e dizer a famosa frase "quem não tem pecado q atire a primeira pedra", hj alguns da imprensa faz o papel dos apedrejadores e a minoria como nós, estamos tentando dizer q "todo mundo é inocente, até q prove o contrário"... Que Deus acolha Isabella onde ela estiver e q se faça Justiça Verdadeira! |
 | 08/04/2008 17:20 |
 | Líbia Vianna - Interlagos - SP |
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| Diante de todos os comentários aqui descritos, tenho a dizer somente que parece que estamos no tempo de JESUS, onde as pessoas apedrejavam umas as outras para fazê-las pagar por seus pecados... A diferença é q existia JESUS em carne e osso para enfrentá-los e dizer a famosa frase "quem não tem pecado q atire a primeira pedra", hj a imprensa faz o papel dos apedrejadores e a minoria como nós, estamos tentando dizer q "todo mundo é inocente, até q prove o contrário"...
Que Deus acolha Isabella onde ela estiver e q seja faça Justiça Verdadeira! |
 | 08/04/2008 16:38 |
 | Sung W Park - Sao Paulo/SP |
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| Eu assino embaixo de tudo o que foi falado pelo jornalista Guilherme Fiúza. Por incrível que pareça, é a primeira pessoa que encontro que pensa da mesma forma que eu desde que começou esta tragédia toda da Isabella. Pai e madrasta assassinos? Culpados ou não, não o sabemos ainda. As investigações até podem apontar no futuro o pai como o principal responsável, mas não se tem nada de conclusivo. O ser humano tem que ser ciente que é responsável pelo que fala, assim como as publicações o são pelo que publica. Hoje li (Folha de São Paulo) que as manchas encontradas no carro não eram de sangue. Mas ,então, em que se baseou as reportagens todas que eu li por aí antes que afirmavam o contrário? Qual foi a fonte destes repórteres? O delegado ou o promotor irresponsáveis?!
Concordo que este tipo de acontecimento causa uma comoção entre o público, na sociendade como um todo. Mas lembrem-se do caso Escola Base, em que os donos da escola foram acusados de abuso sexual contra os alunos. A escola foi depredada, os antigos donos foram estigmatizados e a investigação provou que foi tudo "brincadeira" da imaginação das crianças incetivadas pelos adultos irresponsáveis e associada a comoção pública.
Lmebrem-se : o pai da Isabella pode ser o culpado, mas não é papel nosso e nem do promotor "boca-solta" julgar SEM provas. |
 | 08/04/2008 16:16 |
 | Marco Antonio Negrão - Curitiba - Pr |
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| Tendo como cenário impactante o caso Isabela, ouvi a entrevista do Sr. Guilherme Fiúza. Fiquei extremamente sensibilizado com o depoimento do seu drama. Acho que foi uma narrativa muito oportuna. Nas palavras dele consegui ver a exteriorização do meu próprio pensamento que se encontra embotado sob a perplexidade do caso Isabela.
Concordo que deva haver liberdade de imprensa, mas de uma maneira responsável, humana e principalmente justa. Como ele bem mesmo disse, atrás dessa tragédia existem pessoas. Se são culpadas ou inocentes ísso é uma questão da justiça. Se o pai e a madrasta são culpados deverão pagar, mas não haverá punição maior do que a dor de consciência. Conviver o resto de suas vidas com essa culpa, além de sentirem a falta da Isabela. Se forem inocentes as sequelas permanecerão para sempre. Sendo esta a situação, bastará um pedido de desculpas pelo erro cometido e tudo estará bem?
O caso desta garota tem me deixado muito triste, todas as vezes em que eu ouço algo a respeito. Hoje, no site da UOL, há uma imagem da Isabela no circuito interno de um supermercado. Ela , como toda criança na idade dela, dentro do carrinho de compras e o pai empurrando o carrinho. Será que ninguém imagina que a mãe da Isabela pode ver essa imagem e desesperar-se. Será que os repórteres não respeitam a dor das pessoas? O interesse da notícia tem que ter limites.
Acho um absurdo quando acontecem tragédias, as vitimas ou seus parentes são entrevistados e o repórter pergunta como está se sentido ou pior, o que vc tem a dizer sobre o ocorrido! A pessoa está na porta do necrotério, o parente acaba de reconhecer o corpo do seu parente, a pessao deseperada e a câmera sobre a pessoa mostrando o desespero. Isso é notícia?
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 | 08/04/2008 15:24 |
 | Eveline - São Paulo |
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| Ouvi (parte d)a entrevista no rádio. Meu coração se recusa a formar qualquer opinião sobre os "culpados". Acompanho os noticiários, me choco com o que ouço e continuo refugando as atuais "condenações". O povo é cruel. A imprensa e os representantes da "justiça" também são "povo". Somos todos "humanos". Só não sei onde anda essa "humanidade"... É tão fácil atirar a primeira pedra ... É tão fácil esquecer que as atiramos ... Difícil será conviver com falsas acusações. |
 | 08/04/2008 15:01 |
 | Thiago - Brasilia |
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| O eventuais erros ai, estão sendo causados pela nossa imprensa, principalemte a TV, jornalistas querendo vender materia, inventam cada dia mais absurdos. E contam com a ajuda de uma Policia e um MP despreparado e cheio de estrelas querendo aparecer na TV... |
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